Aparições de Nossa Senhora em Fátima - 13 de maio
Neste domingo, 13 de maio, os católicos celebram os 95 anos da primeira aparição de Nossa Senhora em Fátima aos três pastorinhos na Cova da Iria, acontecimento que inaugura uma série de fenômenos que, tomados em seu conjunto, constituem o "evento mais importante da História desde o advento de Nosso Senhor Jesus Cristo", nas palavras do filósofo Olavo de Carvalho.
Irmã Lúcia, à época com 10 anos de idade, uma das videntes, assim registrou, anos mais tarde, o primeiro encontro que tiveram ela, Jacinta e Francisco Marto, com a Virgem Maria:
Então Nossa Senhora disse-nos: ‘Não tenhais medo. Eu não vos faço mal.’
‘De onde é Vossemecê?’ lhe perguntei.
‘Sou do Céu.’
‘E que é que Vossemecê me quer?’
‘Vim para vos pedir que venhais aqui seis meses seguidos, no dia 13, a esta mesma hora. Depois vos direi quem sou e o que quero. Depois voltarei ainda uma sétima vez.’


O grupo de estudos de História, formado há mais de dois anos, fez, no dia 23 de dezembro último, sua última reunião do ano de 2011, ocasião em que o grupo assistiu a um documentário a respeito da vida do Papa Pio XII, e ouviu a leitura de O Silêncio, conto da escritora alemã Gertrud von le Fort que tem por cenário um embate travado entre o Imperador Frederico II e o Papa Inocêncio IV no século XIII, episódio da História da Igreja Católica de que a escritora se serve para aludir ao esconjurado silêncio com que o mundo viu Pio XII responder às ameaças do nazismo; o silêncio do Papa não acobertou uma conivência ou colaboração com os nazistas, como quer fazer crer a campanha de difamação orquestrada em Moscou, mas uma vasta operação de proteção a religiosos, em sua maioria judeus, perseguidos pelo Führer – o livro de Gertrud von le Fort foi lançado em 1967, em plena ebulição do mito do “papa de Hitler”, que culminou no lançamento de obra que levava esse título em 1999; o engodo ainda capitaliza vantagens aos inimigos declarados da Igreja às custas dos ouvidos moucos feitos ao seu retumbante desmentido.





