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Postado por IOC
em Domingo, 06 de Maio de 2012
em Notícias
No dia 03 de maio último, o Grupo de Estudos do IOC, em seus estudos de Música, retomou a lida com teoria musical, introduzindo os assuntos "escalas" e "modos" para que seja possível compreender melhor os modos na música gregoriana medieval. Na próxima quinta-feira, dia 10, esses conhecimentos introdutórios nos servirão de base para iniciarmos o estudo de modalidade no canto gregoriano e dos diferentes "ethoi" musicais a eles associados.
Disponibilizamos a gravação da apresentação - em três partes:
Parte I
Parte II
Parte III
Postado por IOC
em Sábado, 28 de Abril de 2012
em Notícias
No retorno das apresentações sobre música no Grupo de Estudos do IOC, que se reúne às quintas e sextas-feiras, apenas adentramos o esplendor da música renascentista, época de “agonia espiritual”, nas palavras de Carpeaux – é a época do seqüestro da Santa Sé para Avignon e de Santa Catarina de Siena; da Guerra dos Cem Anos e de Joana D’Arc; do “papado da renascença”, conhecido pelo preterimento do zelo espiritual; da família Bórgia e de Savonarolla, das Reformas Protestantes e do Concílio de Trento –; música chamada “antiga” pelos historiadores românticos, em contraponto com a “nova”, produzida a partir do século XVIII. A passagem do “outono da Idade Média” na história dessa arte marca o surgimento de profissionais da música destacados do austero ambiente monástico, artesãos do som que dedicam-se quase que exclusivamente à sua arte, apadrinhados por uns quantos protetores a quem não deixaram de homenagear – ouvimos composições de John Dunstaple, apadrinhado do duque de Bedford, irmão mais novo do rei Henrique V –, considerado o primeiro grande contrapontista.
A caminhada no sentido da História da Música Ocidental ainda passará por Josquin des Près (1450 – 1521) e Thomas Tallis (1505-1585) antes de chegarmos em Palestrina (1525-1594).
Postado por IOC
em Sábado, 25 de Fevereiro de 2012
em Notícias
Os estudos de música foram retomados no Grupo com a idéia de perpassar sua história no Ocidente, detendo-nos nos principais movimentos e em suas obras e compositores mais representativos, começando com uma série de três apresentações que enfocaram o Canto Gregoriano: sua origem no cantochão litúrgico e algumas de suas características.
Os traços marcantes dessa modalidade de canto e a história de suas modificações nos serviram como ponto de partida e linha mestra para acompanhar o desenvolvimento do canto gregoriano desde seus primórdios até o fim da Idade Média, de onde a história da música ocidental seguirá.
De início, fizemos uma trajetória salteada no sentido inverso ao da cronologia da História da Música até as origens do Canto Gregoriano no Cantochão, mais especificamente em sua forma romana, para depois acompanhar seu desenvolvimento, partindo do cantus planus romano até vislumbrar os limites da Idade Média, para tentar apreender algo da evolução musical que desembocou no Canto Gregoriano.